Partilha Nossa Página no Facebook Ex-ministro das polícias da China vai liderar a Interpol Leia mais: Ex-ministro das polícias da China vai liderar a Interpol http://www.jn.pt/mundo/interior/ex-ministro-das-policias-da-china-vai-liderar-a-interpol-5491946.html#ixzz4Pn1pXgec Follow us: jornalnoticias on Facebook ~ Canal 82 | Agência de Notícias

sábado, 12 de novembro de 2016

Ex-ministro das polícias da China vai liderar a Interpol Leia mais: Ex-ministro das polícias da China vai liderar a Interpol http://www.jn.pt/mundo/interior/ex-ministro-das-policias-da-china-vai-liderar-a-interpol-5491946.html#ixzz4Pn1pXgec Follow us: jornalnoticias on Facebook



É inédito: um cidadão chinês foi eleito para a chefia da Interpol. Chama-se Meng Hongwei e foi vice-ministro da Segurança Pública na China.

Eleito no decurso da 85ª assembleia-geral anual da Interpol, em Bali, na Indonésia, o ex-ministro da Segurança Pública chinês Meng Hongwei assumiu imediatamente o cargo de presidente da Organização Internacional de Polícia Criminal.

Em comunicado, o novo presidente disse que o mundo enfrenta "atualmente alguns dos desafios globais mais sérios desde a II Guerra Mundial" e que a Interpol deve continuar a respeitar as estratégias e os princípios pelas quais se regeu até agora, "inovando simultaneamente os mecanismos de trabalho" para se adaptar aos novos desafios.

A Amnistia Internacional (AI) teme, no entanto, que a escolha do antigo vice-ministro chinês possa ajudar a China a perseguir os dissidentes políticos que deixaram o país. "A nomeação de Meng Hongwei é alarmante, tendo em conta a prática de longa data na China de tentar usar a Interpol para deter dissidentes e refugiados no exterior", alertou o diretor da AI para o Ásia de Leste.

Para Nicholas Bequelin, a nomeação parece contradizer a ideia de que a organização trabalha respeitando a Declaração Universal dos Direitos do Homem e alertou que "agora é preciso examinar atentamente o tipo de avisos que a Interpol vai emitir a pedido do Governo chinês".

Ao jornal britânico "The Guardian", Bequelin declarou que, ao contrário do que acontece com as polícias de outros países, a chinesa tem como "mandato político proteger o poder do Partido Comunista".

Do seu lado, o porta-voz do Ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Lu Kang, reafirmou a grande importância que o seu país atribui ao papel da Interpol. Citado pelo jornal chinês "Xinhuanet", prometeu esforços conjuntos com os outros países para criar um ambiente sólido e seguro para um desenvolvimento prospero.

A China juntou-se à Interpol em 1984 e vai acolher a 86ª Assembleia Geral da organização, em 2017. Além de eleger um cidadão chinês para o lugar de presidente, a Interpol elegeu ainda o chefe do escritório de Moscovo, Alexander Prokopchuk, para vice-presidente da Interpol da Europa. De acordo com a agência russa Sputnik, é a primeira vez que um cidadão russo é foi escolhido para o cargo.


JN

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