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quarta-feira, 22 de março de 2017

Preto Show indignado com os júris de top nacionais


Tag: Preto Show Indignado com os Tops.

Nice Zulu ameaça queimar com gasolina os fãs da Força Suprema


Tag: Nice Zulu ameaça queimar fãs da Força Suprema

terça-feira, 21 de março de 2017

Deserto engole estrada de milhões de euros no DUBAi



Deserto e dinheiro são coisas que não combinam. A provar esta afirmação estão as fotografias do deserto localizado nos arredores do Dubai (Emirados Árabes Unidos) tiradas por Irenaeus Herok. As imagens do fotógrafo polaco que vive na Austrália mostram como a areia é capaz de engolir milhões e milhões de euros investidos em infraestruturas, nomeadamente estradas, e como é inglório o esforço do homem em ganhar terreno ao deserto.

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Zoca Zoca não levará sua obra de estreia a praça da Independência



Na presença de familiares, amigos e colegas, Zoca Zoca apresentou na noite de quinta-feira (16), no espaço Bar Bar, localizado no Miramar, o seu álbum de estreia intitulado “Just Dance”

No entanto, umas das grandes surpresas foi a revelação de que, o cantor não irá levar o álbum a praça da Independência. Em conversa com o AngoRussia, Zoca Zoca justifica que não vai levar seu álbum a praça da Independência porque simplesmente não quer, acrescentando que tem outros objectivos em mente.

O certo é que, nesse final de semana, na casa da Juventude dia 18 e Belas Shopping dia 19, o álbum será vendido e autografado, como garantiu o artista no dia em que fez a apresentação oficial do mesmo, num ambiente acolhedor e bastante descontraído. Com 09 faixas musicais, o lançamento de “Just Dance” está previsto para 8 horas nos dois dias de venda.

Questionado sobre a escolha do titulo ‘Just Dance’ o cantor disse que este tema vai ao encontro do seu grande objectivo que é : internacionalizar a carreira começando pelo estilo ‘Afro-house’.

“Foi difícil para mim concluir este CD, porque comecei a gravar sozinho antes de fechar com a produtora, e hoje em dia, ter que me deslocar ao estrangeiro arrecada custos muito altos, e os contactos todos eram internacionais, todos os trabalhos pagos pela moeda estrangeira dificulta um pouco mas, não é nada que não se consegue ultrapassar com fé e foco. Quanto aos artistas foi super agradável ajudaram-me muito, pelo menos os que trabalharam comigo e juntos tornarmos este baralho muito bom”, conta o cantor.

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Débora dos Santos terá desistido de Sebem



A esposa do kudurista Sebem, Débora dos Santos teria abandonado o músico depois de 4 anos de luta, na casa da mãe há pouco mais de um ano de luta, a informação foi revelada no programa de Miguel Neto que fez uma visita ao autor do eterno hit “Felicidade”.

Em conversa com Miguel Neto, Dona Beatriz a mãe do kudurista, garantiu que o músico tem tido melhorias mas precisa de ajuda de especialistas.

“O Sebem está a melhorar, ela esta a melhorar cada dia, ele está a melhorar conversa bem, creio que ele precisa de algo mais. Ele precisa mesmo de um neurologista, fisioterapeuta e também de um psicólogo, pois as vezes fica muito agitado, enerva-se com facilidade. Mas ele tem melhoria, com mais um empurrão, ele vai melhorar mais, pois já consegue ficar em pé e caminhar um pouco sozinho até ao portão”, contou a mãe.

Recorde-se que até então Débora era considerada o “anjo da guarda” do kudurista, estava com ele em todos os momentos. Em 2014 chegou a lançar um videoclipe em homenagem a Esfilêndio dos Santos.

O kudurista foi primeiro diagnosticado em Cuba de que teria um tumor na cabeça. Em seguida, os médicos consideraram que o músico tem um parasita no sistema nervoso, uma doença rara provocada pela larva “Taenia Solium” e que pode entrar no organismo através da ingestão de água ou alimentos.

Sebem vinha tendo até então uma “surpreendente” convalescênça a julgar pelas declarações médicas que contavam com pelo menos 8 anos de recuperação, entretanto estava com 4 anos afrente da recuperação.

Tag: Sebem abandonado, esposa de Sebem abandonou o kudurisra, debora dos santos esposa de sebem.

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Cabo Verde: O Ciclo Internacional de Contadores de Estórias (CICE) no MINDELACT



Segundo o jornal Expresso das Ilhas, a acção, anunciada no âmbito do Dia Internacional da Narração Oral, assinalado ontem, vai ser possível devido a um protocolo assinado entre as direcções do Mindelact e da Associação RJ-Anima-Associação de Dinamização Ambiental, Social e Cultural de Agualva-Cacém, Portugal que assume a Curadoria do Encontro Internacional de Contadores de Estórias.

No âmbito deste projecto, a contadora de estórias tradicionais de Cabo Verde, Zenaida Medina, do Mindelact, vai estar presente na II edição do "Aqu´Alva Stória" que vai decorrer em Agualva-Cacém, no concelho de Sintra, em Portugal, em Abril.

O Ciclo Internacional de Contadores de Estórias tradicionais que vai decorrer entre 3 e 11 de Novembro, enquadrado no Festival Internacional de Teatro - Mindelact-2017, considerado o maior evento de artes cénicas da África ocidental e da lusófona, vai contar com a participação de Ângelo Torres (São Tomé e Príncipe), Clara Haddad (Brasil), Adriano Reis (Cabo Verde-Migração), Ana Sofia Paiva (Portugal) e Irina Fonseca (Cabo Verde).

Aposta do festival

Uma das novidades é a programação específica Teatro na Praça, com 8 espectáculos em 8 praças de  Mindelo, em diversos bairros e zonas da cidade. A edição  Mindelact-2017, a decorrer de 3 a 11 de Novembro, vai congregar outras iniciativas, algumas das quais não são inéditas, com base da decisão da Assembleia  Geral do Festival Internacional de Teatro do Mindelo - Mindelact 2017.
Segundo a decisão da assembleia geral, a estrutura da programação mantém-se no essencial, nomeadamente com o palco 1, para espectáculos de maior porte, no auditório do Centro Cultural do Mindelo, e o palco 2, para espectáculos intimistas, na Alaim.
O Festival Off volta ao seu formato original, isto é, um espaço criado para a experimentação teatral, aberto à criatividade e ousadia artística e dedicado a espectáculos de pequeno formato e de curta duração, direccionado apenas a grupos nacionais, com tema e/ou cenário previamente definido pela organização.
Haverá um forte incremento e aposta nas actividades em espaços públicos, performances e apresentações, desde estátuas vivas a malabaristas ou personagens, em circulação. O programa Teatrolândia volta a realizar-se com o Ciclo Internacional de Contadores de História, enquanto se mantém a extensão do Festival Mindelact na Cidade da Praia, estando em estudo a realização de uma extensão na vizinha ilha de Santo Antão.

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Centro Cultural Brasil-Angola: "Ôrí" estreia na mostra de cinema Elas no Ecrã



Foram onze anos de pesquisa e filmagens para que a cineasta brasileira Raquel Gerber concebesse o documentário “Ôrí”, cuja estreia em Angola aconteceu ontem, no auditório do Centro Cultural Brasil-Angola, nos Coqueiros, Baixa de Luanda.

Além dos movimentos afrodescendentes que, entre as décadas de 1970 e 1980, já discutiam abertamente - em circuito da universitário - o fenómeno discriminação racial no Brasil, “Ôrí” faz também uma incursão histórica da proveniência dos negros brasileiros, a partir do Mali e das zonas costeiras de Senegal e Angola.
O filme   evoca  de forma poética a via marítima do Atlântico, em que atravessaram milhares de africanos para América, quer por imagens inéditas, quer pela narração na voz de Beatriz Nascimento, uma das mais proeminentes activistas brasileiras contra a discriminação da cultura negra.
Ôrí significa cabeça, um termo de origem iorubá, povo da África Ocidental, que, por extensão, também designa a consciência negra na sua relação com o tempo, a história e a memória. O documentário, que mostra a história dos movimentos negros no Brasil entre 1977 e 1988, foi lançado pela primeira vez em 1989. Actualmente, o filme ajuda os professores brasileiros, nas universidades e ensino secundário, para abordarem a cultura africana sem preconceito, na disciplina de História da África, inserida obrigatoriamente nas escolas públicas e não só.
Sessões de candomblé, música popular (na rua) com Gilberto Gil, e grupos de Carnaval também figuram entre as cenas do documentário, que tem a duração de 93 minutos, e volta ser exibido sexta-feira, às 16 horas, no auditório do CCBA.  O filme  permite  o resgate das raízes africanas do Brasil, aponta a importância dos quilombos na formação da nacionalidade, bem como propõe um conceito contemporâneo de quilombo, ou seja, os quilombos urbanos, com fotografia original de Jorge Bodanzky e Pedro Farkas.

Programa

Devido a importância pedagógica de “Ôri”, a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, no Brasil, negociou o lançamento do filme na TV Escola, para que os professores usem o filme para abordar a imensa riqueza do continente africano para além dos estereótipos. 
A Mostra de Cinema no Feminino Elas no Ecrã tem as entradas livres. Por dia são exibidos dois filmes, sendo o primeiro às 16hoo e o segundo às 19h00. Ontem, a ficção angolana “Na cidade vazia”, de Maria João Ganga, foi exibida na abertura do programa.
Hoje há também estreia com a exibição da ficção “Que horas ela volta?”, da brasileira Anna Muylaert e, às 19h00, “Os pais gritam socorro”, ficção angolana de Albertina Capitango. “Que horas ela volta”, do género drama, trata dos conflitos que acontecem entre uma empregada doméstica e os seus patrões de classe média, criticando as desigualdades da sociedade brasileira.A estreia  mundial aconteceu em 2015, no Sundance Film Festival, em Utah, nos Estados Unidos. A longa-metragem estreou nos cinemas de sete países europeus antes de chegar ao Brasil. No ano da sua estreia, o filme foi o escolhido pelo Ministério da Cultura do Brasil entre as 8 longas-metragens para disputar o Oscar de melhor filme estrangeiro da edição de 2016.
Amanhã vão ser exibidos “Um passeio inesquecível”, de Analtina Dias, e a repetição de “Na cidade vazia”. Na quinta-feira os cinéfilos vão assistir “Os pais gritam Socorro”, de Albertina Capitango, e “Que horas ela volta?”, de Anna Muylaert No encerramento, para além de “Ôrí”, passa novamente o filme  “Um passeio inesquecivel” de Analtina Dias.

Parceria

A Mostra de Cinema no Feminino, segundo Sérgio de Oliveira, secretário para Formação da Associação Angolana dos Profissionais de Cinema e Audiovisuais (Aprocima) marca o arranque da parceria entre o CCBA e a Aprocima.
“Temos um acordo com o Centro Cultural Brasil-Angola, que vem desde firmado em Agosto de 2016. Este ano definidos várias actividades em conjunto, como “Kamba do Cinema”, “Filmografias”, promoção de cursos intensivos e a realização de mostras de cinema”, referiu Sérgio de Oliveira, tendo adiantado que “Elas no Ecrã” vai ser uma actividade regular, sempre no mês de Março, para incentivar que mais mulheres adiram para o universo do cinema angolano, pois existem poucas mulheres entre as diferentes profissões da Sétima Arte, com destaque para a realização. Acrescentou que no final deste mês, a Aprocima vai lançar um projecto de formação essencialmente para mulheres. 
“Desde que sejam membros da Aprocima, vamos alargar a formação a todas as idades, para que aos poucos haja equilíbrio entre os fazedores de cinema”, disse sem deixar de apelar às mulheres para apostarem na carreira de realizadoras sem preconceito. A mostra Elas no Ecrã é co-organizado pelo Centro Cultural Brasil-Angola, Cinemateca Nacional e a Associação Angolana dos Profissionais de Cinema e Audiovisual (Aprocima).

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CASA CE em dessintegração



O secretário provincial da CASA-CE na Huíla, o assessor político do presidente da Juventude Patriótica Unida, organização juvenil da coligação, e o seu membro fundador na província do Uíge anunciaram ontem, em Luanda, o abandono das suas fileiras, por discordarem do projecto de liderança do presidente Abel Chivukuvuku.

Em conferência de imprensa, realizada para esclarecer as razões da decisão que tomaram, Adalberto Katchiungo, Geovety Silva e Augusto Bartolomeu acusaram o líder da CASA-CE de sonegação de acordos, de possuir duas agendas políticas e estar ao serviço de interesses externos.Os dissidentes consideram que o Acordo Constitutivo da CASA-CE tornou-se um projecto político inviável. Fazendo referência aos pontos 1 e 2 do artigo 3º do Acordo Constitutivo, Adalberto Katchiungo destacou que a existência da coligação está em risco, uma vez que o documento menciona que a CASA-CE tem a duração da legislatura que resultar das eleições gerais de 2012.

O documento, segundo o antigo dirigente, diz também que os integrantes da coligação podem decidir a sua extinção, por deliberação tomada por mais de dois terços dos seus membros. O até então secretário provincial da CASA-CE na Huíla, Adalberto Katchiungo, acusou Abel Chivukuvuku de evidenciar publicamente “vínculos de voluntariado institucional com uma outra soberania”. Referiu que contrariamente aos membros do conselho executivo nacional, os membros do conselho presidencial estão maleáveis a interesses do presidente Abel Chivukuvuku.  “Como manda a Lei dos Partidos Políticos, os documentos aprovados nos congressos partidários são depositados no Tribunal Constitucional. No congresso da CASA-CE, realizado em Setembro último, parte da documentação entregue não foi submetida à apreciação do conselho executivo”, exemplificou.

Novo projecto político

Os três dissidentes estão agora empenhados na legalização do Movimento de Unidade e Democracia para Angola (MUDA), um partido político que apresenta como doutrina ideológica a social-democracia cristã. “Já remetemos a documentação ao Tribunal Constitucional em Dezembro do ano passado. Até aqui temos estado a fazer a nossa parte, para obter a legalização e concorrer às eleições gerais de 2017”, adiantou.  Adalberto Katchiungo, que preside à comissão instaladora do MUDA, acredita na participação desta nas eleições gerais, de forma isolada ou aliada a um outro partido político. 

Geovety Silva disse que não subscreve o tribalismo, tráfico de influência e o abuso de confiança que entende que passaram a fazer morada na organização que abandona. Acrescentou que muitas vezes essas práticas são incentivadas pela liderança, contrariando a proposta inicial de alternativa ao poder da CASA-CE, que proclama uma governação justa e transparente em benefício de todos os angolanos. “Penso que está em causa um projecto nacional e daquilo que aprendi com a história precisamos de realizar Angola no interesse de todos. Na CASA-CE deixei de rever este propósito”, disse.

Augusto Bartolomeu, outro dissidente, lamentou que passados aproximadamente cinco anos desde a criação da coligação concluiu que se sente enganado. Realçou o incumprimento de promessas feitas há mais de três anos pela liderança e a perda de confiança no projecto de mudança por uma Angola melhor.

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Viagens do governador do BNA não trarão dólares de volta



Os périplos que o governador do Banco Nacional de Angola (BNA) tem empreendido pelas principais praças financeiras internacionais “são o primeiro passo importante para se criar sensibilização sobre os nossos problemas”, mas, contrariamente ao que os jornais vão avançando, “estas viagens não trarão os dólares de volta”. Quem o diz é um representante de um banco internacional em Luanda, com dezenas de anos de experiência no sector, e que fala sob anonimato, ao VALOR, por razões contratuais. 
  
“Temos de olhar para o que os outros países, numa situação parecida, fizeram. Temos de sair, levar representantes da banca e criar conforto, isto é o primeiro passo”, elogia, referindo-se às “viagens de sensibilização” de Valter Filipe. “É preciso envolver a diplomacia e os bancos lá fora. Temos de deixar de ser introvertidos, sair do mundo lusófono e ver outras realidades financeiras, isto é muito importante, tal como tem feito o governador”, insiste o especialista, alertando, no entanto, que “isso, sendo o primeiro passo, é insuficiente para trazer os dólares de volta”.
  
 “O governador viaja para dizer nós estamos aqui, temos os nossos defeitos, mas temos sistemas de controlo, de monitoramento, de sistemas, etc., mas não é de hoje para amanhã que isso se vai resolver. É preciso criar-se mais confiança”, justifica. E a restauração da confiança, como observa, passa por o país criar os deveres de casa “que não têm sido feitos”. “Temos a regulamentação, a lei de 2011 contra o branqueamento de capitais, mas ainda falta a devida implementação. Demos o passo na direcção certa, mas a implementação ainda é precária”, critica o especialista, que coloca invariavelmente os verbos na primeira pessoa do plural.
Apesar de “termos a lei, não há essa cultura de ‘compliance’, não há sistemas de monitoramento e, sem esses aspectos, a banca internacional não terá o conforto de processar livremente os pagamentos de origem angolana”.
Angola perdeu recentemente o último correspondente bancário em dólares, o alemão Deutsche Bank. Nos últimos 10 anos, um a um, os bancos internacionais que actuavam no seguimento de correspondência foram fugindo do país, essencialmente por questões de ‘compliance’, entre os quais o Citi Bank, o HSBC, o Standard Chartered e o Deutsche Bank.
INDEPENDÊNCIA E PREVISIBILIDADE
Outro tema que o especialista considera “relevante” para a credibilização do regulador angolano prende-se com a independência do banco central. “Qualquer pessoa lá fora não vê que o BNA tem a independência que tem, por exemplo, o governador do BC da Nigéria”, compara. Mas a comparação é elevada ao extremo: “Até o banco central do Líbano, país com as suas guerras e rodeado de terroristas, continua com os seus correspondentes e é visto como independente”, insistindo que, “para os bancos internacionais, a independência do banco central e a experiência do governador são factores muito importantes”.
Segundo exemplifica, aquando da mudança do governador, em Março do ano passado, o BNA deixou de vender divisas por três meses, o que, na sua visão, foi reflexo de dois problemas: a inexperiência do novo governador que procurava “entender como as coisas funcionavam” e a “pessoalização, em vez de institucionalização” do banco central. “Perderam-se três meses sem divisas e depois implementou-se um sistema de vendas direccionadas que prejudica mais do que beneficia os operadores e a economia”, critica, receando o futuro, face à instabilidade governativa do banco central. “É impossível saber o que vai acontecer, o BNA cada vez que muda de governador se mudam as políticas e, no período de transição, o banco central deixa de funcionar.”
O especialista avalia que o impacto da ausência de vendas de divisas, no período de transição, se reflectiu no disparo de preços da cesta básica. “Enquanto, nos mercados internacionais, os preços como da farinha de trigo caíam, em Angola dispararam”, lembra, resumindo que há um “problema de falta de institucionalização da entidade e temos um BNA que depende de indivíduos”.

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Comentarista da ZAP, Florinda Miranda, supostamente diz que os de Cabinda e Uige são do mato


Tag: Florinda Miranda, ZAP florinda Miranda.

Girabola ZAP: Kabuscorp despacha Progresso e isola-se na liderança



O Kabuscorp do Palanca venceu no estádio dos Coqueiros, o Progresso do Sambizanga, por 3-2, no seguimento da sétima jornada do Campeonato Nacional de futebol da primeira divisão (GirabolaZap 2017). 

Depois de estar a perde por 0-2, os palanquinos viraram o resultado e conseguiram os três pontos, que os permitem assumir isolado a liderança da competição, com 19 pontos. 

Vá e Fofo marcaram para os “sambilas”, ao passo que Nelito (duas vezes) e Amaro apontaram os tentos da formação do Palanca. 

Ainda hoje, o Petro de Luanda venceu o JGM do Huambo, por 3-0, enquanto o Santa Rita de Cássia e o Recreativo da Caála empataram a zero. 

Outros resultados já verificados: 

Sagrada Esperança-1º de Agosto, 1-0 

FC Bravos do Maquis-Académica do Lobito, 3-1

1º de Maio-Desportivo da Huíla, 4-1 

Interclube-Progresso da Lunda Sul, 4-0 

Esta jornada encerra apenas na próxima quarta-feira quando se defrontarem Recreativo do Libolo e Atlético Sport Aviação (ASA). 

Próxima jornada 

Progresso da Lunda Sul-1º de Maio 

ASA-Interclube 

Kabuscorp-Recreativo do Libolo 

JGM do Huambo-Progresso do Sambizanga 

Recreativo da Caála-Petro de Luanda 

Académica do Lobito-Sagrada Esperança 

Desportivo da Huíla-FC Bravos do Maquis

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Angola abre Banco Postal



Um Banco Postal é lançado terça-feira, em Luanda, para formalizar actividades comerciais e promover a criação sustentável de emprego no país - anunciou à Angop o director nacional dos Serviços Postais, Walter Teixeira. 

O director valorizou o Banco Postal por ajudar a dinamizar a economia nacional através do fomento da inclusão financeira e da formalização de actividades comerciais. 

Para Walter da Costa, o Banco Postal deverá satisfazer as necessidades da população no que concerne a pagamentos de bens e serviços em uma única instituição. 

Este serviço é mais um veículo de ligação entre cliente e instituição - explicou o director, adiantando que nas áreas remotas, onde não há bancos, evitará grandes deslocações dos necessitados desses serviços. 

“Neste momento, a nível mundial, já se deixou de enviar cartas, surgindo a necessidade de actualização dos serviços. Logo, através do correio, o cidadão pode fazer tudo, desde o pagamento de contas de energia eléctrica, água, até aos seguros, funcionando como um quiosque” - apontou. 

Salientou que os serviços postais podem ser desenvolvidos no país, desde o apoio aos correios de Angola, fazendo com que os outros promotores prestem seus serviços de forma mais célere. 

O Banco Postal, parceria com a Empresa Nacional de Correios e Telégrafos de Angola, ENSA Seguros de Angola, o Grupo ENSA - Participações e Investimentos, a EGM Capital e a C8 Capital, será um forte vector de inovação do sistema bancário e outros, ao apostar na criação de novas formas de servir o mercado e de novos produtos para as reais necessidades dos Clientes - referiu. 

O Banco Postal terá a sua actuação como correspondente na prestação de serviços bancários básicos em áreas desprovidas de todo o território nacional e simultaneamente proporcionar acesso ao sistema financeiro.

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Aborto em Angola : "um retrocesso sem precedentes"



Organizações femininas angolanas decidiram marchar hoje nas ruas de Luanda para protestar contra a criminalização do aborto previsto no novo Código Penal angolano, em discussão na Assembleia Nacional.

O projecto do diploma em caso de aborto prevê uma pena de prisão de 10 anos. Penalização contestada pelas mulheres angolanas que afirmam que a mesma põe em causa os seus direitos.

A Igreja católica apoia a penalização do aborto admitindo casos excepcionais e devidamente controlados quando está em causa a saúde da mulher.

A polémica do aborto e de outras normas que prevê o Código Penal obrigou a bancada parlamentar do MPLA, no poder, a solicitar o adiamento da discussão e aprovação do mesmo para reunir mais contribuições da sociedade civil. O novo Código Penal visa substituir o actual do regime colonial de 1886.

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Portugal: Troca de tiros na discoteca Luanda deixa 2 mortos



No ano 2000 aconteceu algo parecido na discoteca Luanda.

Uma rixa à porta de uma discoteca na zona de Alcântara, em Lisboa, ocorrida na manhã deste domingo, provocou dois mortos e dois feridos.

Os dois mortos e os feridos, com idades entre os 18 e os 20 anos, moram na Quinta da Fonte, freguesia da Apelação, concelho de Loures, e foram atingidos a tiro.

O incidente correu, cerca das 6.30 horas, à porta da discoteca Luanda, na Travessa de Teixeira Júnior, envolvendo um número não determinado de pessoas.

Houve uma troca de tiros e uma das vítimas foi atingida com dois disparos nas costas, tendo sido transportada para o Hospital de S. Francisco Xavier, onde acabou por morrer. Uma outra vítima morreu no Hospital Santa Maria para onde havia sido transportada com ferimentos muito graves num braço. A PSP está, no entanto, a investigar a ligação desta vítima com as restantes.

No Hospital Santa Maria, deram ainda entrada mais dois indivíduos que não correm perigo de vida.

A PSP esteve no local, bem como a Polícia Judiciária, que vai investigar o incidente. O JN sabe, no entanto, que a rixa foi originada por um ajuste de contas entre dois grupos rivais,

A discoteca Luanda, uma das mais conhecidas de Lisboa, foi palco de uma tragédia, em abril de 2000, quando sete pessoas morreram e 40 ficaram feridas, na sequência do lançamento de duas granadas de gás pimenta para a pista de dança.

O local encontrava-se cheio e, no pânico que se gerou, sete pessoas, com idades entre os 16 e os 36 anos, foram esmagadas pela multidão que pretendia fugir do estabelecimento.

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Lisboa é a cidade mais vibrante da Europa



Lisboa, no mundo, destaca-se a seguir de Chicago e Melbourne no ranking da Time Out 

Lisboa não é nada mais, nada menos, do que a cidade mais vibrante da Europa. E no mapa mundo também não fica nada mal classificada no ranking do Time Out City Index, aparecendo em terceiro lugar, logo depois de Chigado, nos EUA, e Melbourne, na Austrália. A lista resulta de um questionário respondido por 20 mil pessoas, em 18 cidades, sobre variáveis como comer&beber, inspiração, dinamismo, comunidade, acessibilidade de preços e sociabilidade.
Chicago, segundo o comunicado da Time Out, obteve as pontuações mais altas não só em termos gerais, mas também no que toca a restaurantes, bares, bairros e acessibilidade de preços. Mais do que em qualquer outro sítio, esta é a cidade onde os habitantes conseguem ter uma conversa agradável com um estranho, marcar encontros românticos e desfrutar de um óptimo equilíbrio entre a vida social e o trabalho.
Melbourne conseguiu o segundo lugar, mas ficou à frente de outras cidades no que diz respeito à qualidade de vida: 58% das pessoas disseram que é um sítio bom para se viver e 3/4 adoram morar no que disseram ser uma cidade inspiradora.
Nova Iorque surgiu em quarto lugar, mas em comparação com as restantes é a cidade mais dinâmica e estimulante. Imbatível no que diz respeito à cultura (arte, vida nocturna, estilo ou música), Nova Iorque oferece sempre algo de novo para fazer (foi o que disseram 82% das pessoas), mas é também a que tem o cenário romântico mais difícil (apenas 3% valorizam essa característica em contraste com os 42% da Cidade do México).

O que distingue Lisboa 


O que faz com que Lisboa sobressaia é o facto de ser a cidade mais sociável e a menos solitária (apenas 10% das pessoas dizem que às vezes se sentem um pouco solitárias em oposição aos 55% em Londres e aos 52% em Nova Iorque).

Este é o melhor sítio para fazer amigos e apaixonar-se (derrotando Paris, a “cidade do amor”). É também o sítio onde é mais provável as pessoas cruzarem-se com alguém que conhecem na rua (foi o que aconteceu recentemente a 50% delas, ao passo que em Londres sucedeu a apenas 23%) e onde é mais provável conhecerem bem os seus vizinhos.

Nesta cidade, as pessoas preferem o contacto real e não o virtual, aliás, os lisboetas têm em média o menor número de amigos nas redes sociais (119 em comparação com 756 em Miami, uma cidade com uma classificação fraca no que diz respeito à sociabilidade).
Lisboa não saiu deste questionário como a cidade mais estimulante para se viver (apenas 30% das pessoas disseram que existe sempre, a qualquer hora, algo divertido para se fazer).
Mas os seus habitantes gostam mesmo muito de ali viver – 61% adoram viver em Lisboa (à sua frente no ranking ficaram apenas Chicago e Melbourne) e muitos consideram-na uma cidade dinâmica e inspiradora (53%, atrás de Melbourne e Nova Iorque, com 55% cada).
E 76% das pessoas pensam que a oferta de restaurantes é óptima – sorte é que são as que menos calorias contam (apenas 3% disse fazê-lo) ou que em dieta pensam (27%).
No que diz respeito ao equilíbrio entre a vida social e o trabalho, 43% dos lisboetas afirmaram estar satisfeitos: trabalham 40 horas por semana e apenas 25% consideram o seu trabalho stressante – o que significa que Lisboa é das cidades mais calmas para viver (em Tóquio, 44% das pessoas sentem-se stressadas).

Quanto se trata de aproveitar a cidade, 72% dos lisboetas afirmaram gostar de explorar diferentes partes da cidade, mas apenas 26% diz tirar partido do que ela tem para oferecer. Por mês, têm uma média de 4,2 saídas à noite, 1,5 visitas a museus, exposições e galerias de arte e 3,5 idas a restaurantes.

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FRASES DE AUGUSTO KENGUE CAMPOS

AUGUSTO KENGUE CAMPOS

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LIVRO: O MISTÉRIO DAS RELIGIÕES (BAIXAR)

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