Partilha Nossa Página no Facebook PARTILHAR URGENTEMENTE: PIRATAS INFORMÁTICOS PORTUGUESES ATACARAM SITES DO GOVERNO ANGOLANO ~ Canal 82 | Agência de Notícias

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

PARTILHAR URGENTEMENTE: PIRATAS INFORMÁTICOS PORTUGUESES ATACARAM SITES DO GOVERNO ANGOLANO



AUGUSTO CAMPOS | LUANDA, 25 Novembro 2015:

Grupo exige libertação de 15 dos 17 activistas angolanos que estão a ser julgados e a realização de "eleições livres" no país.
Os Anonymous reivindicaram um ataque lançado na última sexta-feira a alguns dos principais sites governamentais de Angola, incluindo à página do Governo e do Supremo Tribunal. A acção tem como objectivo contestar a presidência de José Eduardo dos Santos, apelar à realização de “eleições livres” e exigir a libertação de 15 dos 17 activistas angolanos que estão a ser julgados por “actos preparatórios” de rebelião e de atentado contra o chefe de Estado angolano.



Num post publicado na página Anonymous Legion Portugal no Facebook, o grupo de hackers exige a “liberdade dos presos políticos em Angola”, que “vive embrulhada numa ditadura disfarçada de democracia e o seu fabuloso progresso mundial, que serve de distracção para um povo iludido”.




O grupo considera que o país africano vive uma situação “insustentável”, com um povo pobre e “reprimido”, enquanto a “família de José Eduardo dos Santos enriquece à custa da miséria do povo”. “Para que os angolanos tenham acesso a direitos básicos como a liberdade de expressão, a saúde e a educação, é necessário que haja eleições livres em Angola”, escrevem no seu comunicado.




Exigem a “libertação imediata” de todos os presos políticos, “incluindo os últimos que foram presos e estão neste momento a ser julgados”, numa referência ao julgamento de Luaty Beirão e dos seus companheiros. “Todos sabemos como funcionam os julgamentos numa ditadura, que é tão igual a um julgamento numa monarquia no tempo medieval”, acrescentam.




Com base neste comunicado, os Anonymous lançaram um ataque a pelo menos seis sites, incluindo o do Governo de Angola, a Embaixada de Angola em Portugal, do Tribunal Supremo ou do Tribunal Constitucional. Esta terça-feira, a página do executivo angolano ainda registava problemas de acesso, bem como o site do Governo Provincial de Luanda. Até ao momento, não houve qualquer comentário por parte das autoridades governamentais quanto a este ataque.




Domingos, Manuel, Nuno, Afonso, José, Sedrick, Fernando, Benedito, Arante, Albano, Osvaldo, Inocêncio, Hitler, Nelson, Henrique – que estão detidos desde Junho – e também Rosa e Laurinda – em liberdade – começaram a responder, no passado dia 16 de Novembro, em Luanda, pela acusação de “actos preparatórios” de rebelião e atentado contra o Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos.




Aos activistas foi atribuída a intenção de tencionarem desenvolver acções de “consciencialização e mobilização da população, extensiva a mulheres, crianças, estudantes universitários, moto-taxistas, estivadores, zungueiros, entre outros”. 




O objectivo final da sua acção seria promover “arruaças”, com “queima de pneus nas distintas ruas das cidades angolanas, extensivos aos domicílios dos órgãos de soberania, incluindo o palácio presidencial. E também “greves injustificadas”, actos de “desobediência civil” e “desacatos e afronta aos órgãos de defesa e segurança do país, com excepção das FAA [Forças Armadas]".




Cinco dias após o início do julgamento, o Tribunal Provincial de Luanda não completou sequer a audição de três dos 17 arguidos.


O Tribunal Supremo angolano não aceitou um segundo pedido de habeas corpus para a libertação dos 15 activistas que estão em prisão preventiva há cinco meses, contestando que os prazos de detenção tenham sido ultrapassados.

PARTILHA NO FACEBOOK COM AMIGOS...

FRASES DE AUGUSTO KENGUE CAMPOS

AUGUSTO KENGUE CAMPOS

FRASES DE AUGUSTO KENGUE CAMPOS

LIVRO: O MISTÉRIO DAS RELIGIÕES (BAIXAR)

MÚSICO, PROMOVE-TE AQUI

MÚSICO, PROMOVE-TE AQUI

PROMOVA TEU EVENTO AQUI...

ENVIE-NOS NOVIDADES

ENVIE-NOS NOVIDADES