Partilha Nossa Página no Facebook HOMEM QUE PERDEU UM OLHO EM ANGOLA PODE SER PRESIDENTE DE CUBA ~ Canal 82 | Agência de Notícias

sábado, 16 de maio de 2015

HOMEM QUE PERDEU UM OLHO EM ANGOLA PODE SER PRESIDENTE DE CUBA



AUGUSTO CAMPOS | LUANDA, 15 Maio 2015: Um dos quatro filhos do líder cubano apresentou na Feira Internacional do Livro de Havana a sua visão sobre a "política de terror" dos EUA. Mais reservado que a irmã Mariela,  é quase um desconhecido.

Alejandro Castro Espín ´´EL TUERTO´´ (O Zarolho que perdeu um olho na guerra de Angola)trocou o seu uniforme militar por um elegante fato cinzento para apresentar há uma semana o seu livro El imperio del terror (O império do terror) na Feira Internacional do Livro de Havana. Uma investigação sobre os motivos por detrás das elites no poder nos EUA durante mais de dois séculos, que não deverá desagradar ao seu pai, o Presidente Raúl Castro.
O único filho varão do líder cubano nasceu dez anos depois do desembarque do iate Granma, em plena consolidação da Revolução de 1959. Além de o seu pai ser irmão do comandante Fidel Castro, a sua mãe era Vilma Espín, a mulher que atingiu o maior estatuto político na revolução, tendo sempre sido considerada a primeira dama cubana, ainda antes de Raúl Castro assumir o poder. Vilma morreu em Junho de 2007.
Quase tudo se sabe sobre a sua família, mas muito pouco sobre Alejandro Castro Espín, de 43 anos. Este engenheiro, que tem um mestrado em Relações Internacionais, é um oficial superior do Ministério do Interior, trabalhando actualmente como assistente do seu pai. Além disso, o investigador tem escrito alguns textos sobre temas relacionados com os EUA, acabando agora a editora Capitán San Luis, do próprio Ministério, de publicar o seu livro - dedicado ao tio Fidel Castro e a todas as vítimas do terrorismo.
Num texto de 2008, o escritor e jornalista cubano Carlos Alberto Montaner (há mais de 30 anos a viver em Madrid) indicou que Alejandro é visto como o eventual o "sucessor da dinastia" Castro. Apesar disso, continua a ser quase um desconhecido internacionalmente, ao contrário da sua irmã mais velha, Mariela Castro. A rebelde da família, defensora dos direitos dos homossexuais, multiplica-se em entrevista aos media internacionais.
A directora do Centro Nacional Cubano para a Educação Sexual, de 46 anos, foi a impulsionadora da legislação que, desde Junho de 2008, permite aos cubanos efectuarem mudanças de sexo sem qualquer custo. Além disso, trabalha na área do combate à sida e é directora da revista Sexologia y Sociedad. Mariela (que Raúl Castro terá um dia dito que levou a perestroika para dentro da sua casa) não hesita em defender publicamente a liberdade de viajar para os cubanos

AUGUSTO KENGUE CAMPOS

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