Partilha Nossa Página no Facebook FESTIVAL ROCK IN RIO CHEGA AOS EUA ~ Canal 82 | Agência de Notícias

sábado, 23 de maio de 2015

FESTIVAL ROCK IN RIO CHEGA AOS EUA




AUGUSTO CAMPOS | LUANDA, 23 Maio 2015: Após um dia quase só de cantoras e pop mais teen, o sábado (17) de Rock in Rio USA foi quase todo voltado para sons que bebem do R&B e da música soul. Teve groove de todo o tipo na despedida do festival.
Outra tendência que ficou clara foi o fato de o palco Evolution, o segundo maior, receber atrações antes associadas a outros artistas. Charlie XCX, Magic! e Mikky Ekko compunham para popstars antes de se arriscarem por conta própria.

Bruno Mars

Estar no auge deve ser isso aí. Bruno Mars foi de coadjuvante de luxo (é famoso por parcerias) a um dos mais completos popstars vivos. O cantor americano fez show direto ao ponto: 15 músicas em pouco mais de uma hora. Toca guitarra ("Billionaire"), dança sozinho cheio de molejo ("Show me") e faz coreografias com sua banda, no estilo Jackson 5.

Sem pausas e sem pressa, Bruno vai pulando de música em música. Vai dos gemidos e contorcidas sensuais ("Our first time") ao hit dos pedidos de casamento ("Marry you", bem aquém do resto do repertório).
Depois de "Nothing on you", dispensa a banda. Só com pianista, a balada "When I was your man" foi gritada verso a verso pela plateia, cheia de casais. Comoção parecida veio com a igualmente romântica "Just the way you are".
Como festivais pedem concessões, Bruno tocou ainda "Uptown funk", que deixa de lado nos shows. A canção é cantada por ele, mas está em disco do inglês Mark Ronson. 


John Legend

É maldade, mas qualquer observador menos atento notou. Em nenhum outro show, o gramado teve tanta gente sentada. Entretida, mas sentada.

Culpa de baladas tão sonolentas quanto bonitinhas como "Caught up" e "Ordinary people". Só "Green light" deu uma agitada.
"Meu amigo Sam Smith deveria estar aqui... Fizemos uma canção juntos recentemente e vou cantá-la agora", disse, antes de "Lay me down". Sam cantaria no Rock in Rio, mas cancelou por ter que operar as cordas vocais.
Escalado para substituir o amigo, Legend tocaria no palco menor. Lidou bem com o upgrade: ainda mais com "Glory" (ganhadora do Oscar, pelo filme "Selma") e a radiofônica "All of me" no fim.

Joss Stone

Descalça e com vestido esvoaçante, Joss pouca muda com o passar do tempo. Apresentou set igual ao tocado em março no Brasil.

A voz da cantora inglesa de neosoul (ah, esse rótulo) é inegavelmente precisa, mas falta algo ali. Alma, talvez.
Mas há certa espontaneidade. Ela falou de BB King, morto na última quinta-feira (14), e se mostrou incomodada com as batidas da tenda eletrônica.
Por isso, encurtou a balada "Right to be wrong". Simpaticona, ainda disse "Obrigada" para um fã com bandeira do Brasil na primeira fila.

Empire of the Sun

Em qualquer festival, o duo australiano destoa das outras atrações. Em um dia de programação tão coesa, as bizarrices do Empire of Sun ficaram ainda mais bizarras.

O som tem sintetizadores nervosos, como em "Walking on a dream" e "Tiger by my side". O pop meio enjoativo com vozes processadas botou gente para dançar.

Tag: Festival Rock In Rio Usa, Rock In Rio 2015.

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