Partilha Nossa Página no Facebook No novo aeroporto de Luanda: Mobilidade rápida e em segurança ~ Canal 82 | Agência de Notícias

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

No novo aeroporto de Luanda: Mobilidade rápida e em segurança



Trazer à luz soluções viárias modernas, impactantes, rápidas e seguras para o acesso ao novo Aeroporto Internacional de Luanda   e que estejam de acordo com a matriz do Plano Director Geral Metropolitano de Luanda (PDGML),é o grande objectivo do Executivo.

A pouco e pouco, a cidade  renova-se e todo este movimento está à vista. As obras integradas dão à capital um novo ar e alento, um rosto moderno e uma fluidez     digna de nota. Até lá, faltam nove meses, o prazo para a conclusão das obras de acesso ao novo Aeroporto Internacional de Luanda.

A assinatura de contratos de consignação de cinco obras entre o Ministério da Construção e quatro empreiteiras teve lugar na última semana. Em causa estão cinco empreiteiras e cinco grandes intervenções nos acessos ao novo Aeroporto Internacional de Luanda. 
Dos signatários, de um lado está o dono da obra, o Ministério da Construção através do Instituto de Estradas de Angola (INEA) e de outro as empreiteiras Telhabel  Construções, Omatapalo, Mota-Engil e a China Railway 20 Bureau Group Corporation-CR 20. No conjunto, as cinco empreitadas devem gerar 25 mil postos de trabalho dos quais oito mil directos e 17 mil indirectos e absorver um investimento total de 171.2 mil milhões de kwanzas.



Benefícios das obras


Com os contratos de consignação assinados pelo INEA e as empreiteiras, pretende-se garantir o acesso rápido e seguro ao novo Aeroporto Internacional de Luanda e melhorar o problema de acesso à centralidade do Kilamba, eliminar outros problemas de circulação, tais como o nó da Unidade Operativa, o nó de acesso ao Zango, o nó da antiga Rotunda do Camama, o nó da Rotunda da Boavista e o acesso ao Porto de Luanda. Pretende-se também resolver problemas de drenagem da região metropolitana de Luanda no Coelho, EN 230 e no Camama. Além disso, devem  ser melhoradas a sinalização gráfica vertical indicativa nas vias de Luanda, Via Expresso Fidel Castro Ruz-Cacuaco e rejuvenescer e recompor as guardas laterais. 


Via Expresso 



A jornada das empreiteiras já começou. Não há volta a dar. “Está tudo a postos,  financeira e tecnicamente para que sejam cumpridos os prazos contratuais”, assegura o ministro da Construção, Artur Fortunato.
Com uma linha de crédito da China, é feita a reabilitação do eixo estruturante da Via Expresso Fidel Castro Ruz-Cacuaco baseada na execução dos nós viários da via expresso com a estrada do Camama com o acesso ao Zango e do binário de ligação da estrada do Camama com a via expresso até à Centralidade do Kilamba e resselagem da camada de desgaste. A extensão é de 55 quilómetros, o empreiteiro a China Railway 20 Bureau Group Corporation-CR 20 e o investimento de 38.468.612.520,00 de kwanzas.  O prazo para a conclusão da obra é de nove meses.
No acesso ao Zango, é construído o elevado com duas faixas de rodagem em cada sentido no nó viário. São construídas as alças dos acessos complementares ao sistema viário,  a execução de sinalização horizontal e vertical, bem como a construção do elevado no nó viário da estrada do Camama-Via Expresso com a  construção do elevado com duas faixas de rodagem em cada sentido, construção das alças de acesso complementares ao sistema viário, execução da sinalização horizontal e vertical.
É também feita a construção do binário da ligação do nó viário da estrada da Camama com a via expresso até à centralidade do Kilamba com a  implantação de plataforma com duas faixas de rodagem em cada sentido, com canteiro central e bermas laterais, execução dos dispositivos de drenagem superficial, execução de sinalização horizontal e vertical. Além disso, a Via Expresso Fidel de Castro Ruz- Cacuaco deve beneficiar de melhorias viárias ao longo da sua extensão. As melhorias consistem no rejuvenescimento da camada de desgaste, implantação da sinalização horizontal e vertical, recuperação da iluminação pública, execução de sinalização horizontal e vertical, reposição de guarda-lateral. 

Estrada Nacional 230



No eixo estruturante da EN230, é construído o nó viário da Unidade Operativa. Ao  longo da Via Expresso-Luanda-Viana, desde a rotunda da Unidade Operativa ao cruzamento da via expresso, numa extensão de 25 quilómetros, são realizadas obras de melhorias. O empreiteiro é a CR-20. O investimento está avaliado em 31.­747.­659.528,00 de kwanzas.  
A obra consiste na construção do elevado no nó viário da Unidade Operativa com a construção de duas faixas de rodagem por cada sentido, construção de rotunda e acessos complementares ao sistema viário. Além disso, é feita a sinalização horizontal e vertical, bem como a melhorias viárias ao longo da Avenida Deolinda Rodrigues, através da construção de zonas de paragem para transportes colectivos, construção de vias de serviço com pontos críticos, ajustes na geometria dos entroncamentos com as vias transversais, recuperação da iluminação pública e execução de sinalização horizontal e vertical. 
Outro aspecto  de realce nesta via passa pela melhoria do sistema de macrodrenagem da Avenida Deolinda Rodrigues com a implantação da galeria rectangular em betão com ligação ao sistema de drenagem existente. É colocada ao longo da via sinalização indicativa nos acessos a partir do município de Luanda com a implementação da sinalização vertical indicativa dos acessos ao novo Aeroporto Internacional de Luanda.  



Viana-Novo Aeroporto-Catete



Na EN230, isto é, no troço Viana-novo Aeroporto Internacional de Luanda-Catete, é feita a reabilitação, incluindo a macrodrenagem, numa extensão de 34 quilómetros, num investimento  de 49.­898.­394.­187,20 de kwanzas.
Com este investimento é feita a reabilitação da estrada de Catete-EN230, do Quilómetro Zero  ao Quilómetro 14 (acesso ao novo Aeroporto de Luanda) com a implantação de três faixas em cada sentido com canteiro central e bermas laterais, execução dos dispositivos de drenagem superficial, execução de sinalização horizontal e vertical, iluminação pública no canteiro central e nos dois passeios laterais. É feita ainda a construção da macrodrenagem da estrada de Catete-EN 230, do Quilómetro Zero  ao Quilómetro 14 (acesso ao novo Aeroporto de Luanda) com a implantação de canal rectangular em betão com ligação às bacias de retenção da estrada de Catete, construção das bacias de retenção. Ainda na EN230,  do Quilómetro 14 ao Quilómetro 34 (Catete), é reabilitado o pavimento do acesso ao novo Aeroporto até  Catete, respeitando o traçado e a plataforma actual, com sinalização horizontal e vertical. 



Do Porto à zona da Boavista



Com a linha de crédito da Cosec é feita a construção das infra-estruturas viárias da zona da Boavista, município de Luanda. A empreiteira é a Telhabel Construções e o investimento é avaliado em 14.­322.­053.173,29 de kwanzas. A obra começou em Janeiro e é concluída dentro de nove meses.
O objectivo é melhorar o acesso ao Porto de Luanda em 0,55 quilómetros, a estrada da Sonils com 2,13 quilómetros, bem como a duplicação da ponte sobre o rio Soroca e elevado da rotunda da Boavista, num total de 1,33 quilómetros, incluindo a construção do elevado e acessos viários no nó da rotunda da Boavista e a construção da ponte sobre o rio Soroca.   
 O acesso ao Porto de Luanda conta com duas faixas de rodagem de dez metros cada, com passeios de dois metros, rede de macro e microdrenagem, pavimentação em placa de betão, sinalização e iluminação pública. A estrada da Sonils conta com três faixas de rodagem de 3.25 metros cada,  com passeios de 1.25 metros, rede de macro e microdrenagem, pavimentação em placa de betão, adequação da sinalização, requalificação da iluminação pública e projecto de rede técnica. O nó da Boavista  contém três faixas de rodagem de 3,50 metros cada e bermas de dois metros, viaduto sobre a rotunda da Boavista e sobre o caminho-de-ferro com oito metros de largura e 90 metros de extensão. A ligação Boavista-Cacuaco é requalificada e conta com duas faixas de rodagem e iluminação. Esta via faz plena integração com as avenidas Lueji Ankonda-Ndunduma e a ponte sobre o rio Soroca com três faixas de rodagem de 3,50 metros no sentido Cacuaco-Boavista. 

Via Expresso-Kifangondo



A infra-estrutura da Boavista, a ligação Sonils, a Via Expresso Luanda-Kifangondo, numa extensão de 1,75 quilómetros, conta com a empreiteira Omatapalo Engenharia e está avaliada em 2.359.­952.­868,78 de kwanzas.
Nesta zona é construída a estrada de ligação Sonils-Via Expresso-Kifangondo, com três faixas de rodagem de 3,25 metros cada e rede de macro e microdrenagem, pavimentação em betão hidraúlico e betuminoso, adequação da sinalização, requalificação da iluminação pública e projecto de rede técnica. É também feita a construção da estrada Via Expresso-Camama-Avenida Pedro de Castro Van-Dúnem “Loy”, incluindo a macro e microdrenagem, o elevado do nó viário da rotunda do Cemitério do Camama e o binário na Avenida Pedro de Castro Van Dúnem, numa extensão de 10,5 quilómetros. A empreiteira é  a Mota Engil Engenharia e Construção e o investimento de 34.­487.­054.759,00 de kwanzas.
Nesta zona é construída uma via com três faixas de rodagem em cada sentido com canteiro central, passeios e lancis, rede de macro e microdrenagem, construção do nó rodoviário da Rotunda do Camama, incluindo a obra do viaduto, construção do binário na avenida Pedro de Castro Van-Dúnem “Loy”, construção de retornos, iluminação pública, sinalização horizontal e vertical.  O total dos investimentos em todas as obras é de 171.283.727.036,86  kwanzas. 

Prazos respeitados



O ministro da Construção, Artur Fortunato, garante haver condições técnicas e financeiras para a implementação sem constrangimentos de todas as obras, com excepção dos relacionados com redes técnicas e expropriações. 
Artur Fortunato destaca a vantagem das obras na melhoria da mobilidade e da imagem da capital do país. “Com todas estas obras é possível ter acesso ao Aeroporto Internacional de Luanda de maneira segura e com rapidez. O projecto é integrado, pois são várias as acções que levam ao Aeroporto Internacional, com melhoria da condição das vias, fluidez do trânsito e das pessoas que moram nas centralidades”, diz Artur Fortunato para acrescentar: “As vias alternativas estão asseguradas enquanto as obras decorrem.” 
O governador provincial de Luanda, Higino Carneiro, agradeceu  o facto de o Ministério da Construção ter tomado a iniciativa de consignar as obras ao Governo Provincial de Luanda e pediu a colaboração dos munícipes das zonas que beneficiam de intervenção profunda nas vias. “Há grandes vantagens   para a imagem da cidade.” Além disso, Higino Carneiro realça o facto de o conjunto de  obras poderem criar mais de 20 mil postos de trabalho. “No total, todas estas obras devem atingir um valor aproximado de mil milhões de dólares e criar mais de 20 mil postos de trabalho”, disse Higino Carneiro. 
Piso de betão na Boavista



O director do Instituto de Estradas de Angola (INEA), António Resende, falou das vantagens das obras a serem feitas e afirmou que a zona da Boavista é construída com betão hidráulico e betão betuminoso para suportar o tráfego intenso e pesado de camiões de mercadoria. O objectivo, segundo António Resende, é assegurar maior durabilidade à via com a implantação de placas de 25 centímetros de espessura. Além disso, referiu, são também construídos viadutos para que nos pontos críticos se evitem o que chama de “tráfego a nível”. “O mesmo ocorre ao longo da Via Camama-Via Expresso-novo Aeroporto. É feito um primeiro na Unidade Operativa, na Rotunda da Camama e na Via Expresso à entrada da Centralidade do Kilamba e na entrada da área habitacional do Zango”, explicou António Resende.
António Resende assegurou  que as vias alternativas, enquanto duram as obras, estão salvaguardadas. Quanto a este aspecto, Camama não constitui ponto crítico, disse o ministro, mas já o é a Unidade Operativa. "Mas o trânsito não fica interrompido."  
As intervenções concentradas nos principais eixos estruturantes do sistema viário são executadas de acordo com as directrizes do Plano Director Geral Metropolitano de Luanda-PDGML, o que evidencia o aumento da actividade económica e mobiliza empresas nacionais e estrangeiras.

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