Partilha Nossa Página no Facebook ANGOLA: GOVERNO PONDERA BLOQUEAR SITES QUE DESACREDITAM NO CRESCIMENTO DO PAÍS ~ Canal 82 | Agência de Notícias

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

ANGOLA: GOVERNO PONDERA BLOQUEAR SITES QUE DESACREDITAM NO CRESCIMENTO DO PAÍS



AUGUSTO CAMPOS  LUANDA, 13 Agosto 2015:
DR / JA

Segundo soubemos, o ministro da Comunicação Social de Angola, José Luís de Matos, denunciou ontem em Luanda uma campanha de difamação realizada por grupos internacionais para desacreditar as instituições angolanas.

A existência de “lobbies” internacionais que tentam desacreditar as instituições do Estado angolano foi ontem denunciada em Luanda pelo ministro da Comunicação Social, José Luís de Matos. 
“Lobbies” internacionais que não estão satisfeitos com os avanços de Angola têm vindo, através de campanhas infames, a tentar desacreditar as instituições angolanas legalmente constituídas”, afirmou José Luís de Matos, na abertura da décima reunião ordinária do Conselho Consultivo do Ministério da Comunicação Social. O ministro denunciou as redes sociais que são aproveitadas para o serviço de desestabilização do país.
A continuação dos esforços no sentido de colocar os cidadãos ao corrente das acções e grandes realizações protagonizadas pelo Executivo angolano, liderado pelo Presidente José Eduardo dos Santos, em prol do bem-estar de todos os angolanos, foi defendida por José Luís de Matos. Desta forma, acrescentou, “a sociedade está mobilizada para os grandes imperativos nacionais, designadamente a paz, a estabilidade política e social, o desenvolvimento económico e a democracia”.
O sector da Comunicação Social, dentro da conjuntura sociopolítica e económica do país, tem vindo a cumprir a sua missão de levar de forma responsável a informação séria, plural e isenta aos cidadãos, disse o ministro da Comunicação Social, que defendeu uma maior determinação e empenho por parte de todos os profissionais. 
“Os tempos que correm exigem à comunicação social determinação e empenhamento. Requer também criatividade e patriotismo na tarefa de divulgação do esforço colectivo da nação para a estabilidade sociopolítica, desenvolvimento económico e afirmação internacional”, disse o ministro da Comunicação Social.
“A Constituição da República garante o direito à informação e à liberdade de imprensa e de expressão, competindo ao Estado a materialização de uma imprensa plural, isenta, responsável e patriótica, cuja actuação contribui para a instauração de uma cultura de paz e convivência democrática”, explicou José Luís de Matos.

Falta de ética

Na sua intervenção, o ministro da Comunicação Social referiu as reclamações, por parte da opinião pública e da sociedade civil, contra a falta de ética e o respeito dos princípios deontológicos em alguns órgãos de comunicação social. “É esclarecedor o facto de a tónica principal da esmagadora maioria das deliberações do Conselho Nacional de Comunicação Social pender para a falta do rigor jornalístico e para a ausência de concisão e precisão das matérias abordadas”. José Luís de Matos concluiu que essa situação impõe que, definitivamente, se reconheça que não há jornalismo de qualidade quando se atropelam os padrões ético-deontológicos. 
“O jornalismo responsável não se compadece com a invasão da privacidade e muito menos tolera processos de intenções que atentam contra os mais elementares direitos de dignidade das pessoas”, salientou o ministro, que acrescentou: “Temos de cultivar o rigor e o profissionalismo no seio do nosso jornalismo”. 
A investigação jornalística, disse José Luís de Matos, deve ser o apanágio para quem quer assumir esta nobre profissão. “O jornalista deve assumir-se, acima de tudo, como um servidor social. O jornalista não se deve prestar ao serviço de relações públicas e muito menos desempenhar papel de activista político. O jornalismo não se pode substituir aos tribunais. Antes, deve ser um instrumento ao serviço da Justiça e dos direitos humanos”.
O ministro da Comunicação Social apontou a formação e a educação dos jornalistas e da sociedade como uma das apostas do sector que dirige. “A solução deve ser a aposta na formação e educação dos jornalistas e da sociedade, para que os profissionais estejam à altura das expectativas que se esperam à sua missão”. Hoje, a sociedade exige cada vez mais dos profissionais da comunicação social, explicou José Luís de Matos. Neste sentido, informou, o Ministério da Comunicação Social vai prosseguir com determinação na aposta da potenciação da classe jornalística, refrescando e consolidando os seus conhecimentos e competências. 
“Temos de apostar cada vez mais no jornalismo responsável, investindo na construção de uma mentalidade social que prestigie o respeito dos valores patrióticos, éticos, morais, cívicos e culturais”, sustentou.
O Ministério da Comunicação Social vai prosseguir com o processo de revitalização e expansão pelo país da rede de difusão da Rádio Nacional de Angola e da Televisão Pública de Angola e aumentar a circulação dos conteúdos da Edições Novembro e da Angop, com vista a satisfazer as exigências informativas, educativas, culturais e recreativas dos cidadãos. A reabilitação e criação de novas infra-estruturas ao nível das províncias e municípios é outra medida importante a prosseguir, assim como a gestão rigorosa dos recursos colocados ao dispor do sector.
Antes de terminar a sua intervenção, o ministro da Comunicação Social apelou a todos os profissionais do sector, aos parceiros sociais e a toda a sociedade civil para trabalharem em conjunto em prol de uma comunicação social ao serviço de Angola. “Perante os desafios dos novos tempos e a conjuntura económica mundial, temos de fazer jus ao sentido de missão e ao sentimento patriótico que nos animam”.


Tag: As Redes Sociais em Angola, Luanda, Facebook Angola, os Benefícios das redes sociais em Angola.

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