Partilha Nossa Página no Facebook LUANDA TERÁ METRO DE SUPERFÍCIE EM 2017 ~ Canal 82 | Agência de Notícias

sábado, 18 de julho de 2015

LUANDA TERÁ METRO DE SUPERFÍCIE EM 2017




AUGUSTO CAMPOS | LUANDA, 18 Julho 2015:
DR / JA

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O programa prevê também a construção de um Metro de superfície, que parte da Marginal de Luanda, passa por Cacuaco e culmina no Benfica. 

Graciano Domingos afirmou que, apesar da actual situação financeira do país, caracterizada com a escassez de recursos fruto da baixa do preço do petróleo, os trabalhos do Metro de superfície devem arrancar em breve. 
“É um trabalho que acredito que até finais de 2016 ou 2017 começa a funcionar. Se for à Corimba vai notar que as pontes para o lançamento da linha já estão construídas. O que falta é dar continuidade para avançar. Há muita coisa a ser feita”, salientou. Graciano Domingos afirmou que o trânsito caótico em Luanda se deve ao grande número de habitantes (mais de 6,5 milhões) e a inexistência de uma rede de transportes colectivos estruturada, o que obriga as pessoas a utilizarem viaturas próprias. 
Para a melhoria do quadro, o governador provincial avança ainda a introdução de medidas disciplinadoras, reforço na circulação de transportes colectivos de massa, funcionamento eficaz do comboio, a construção de vias rápidas e específicas para os autocarros, além da cobrança dos estacionamentos.
“Vamos ter maior mobilidade, se começarmos a cobrar estacionamento. As pessoas vão preferir andar de autocarro, porque vão ter de pagar todos os dias se estacionarem na cidade”, disse. Neste momento, Luanda é praticamente um parque a céu aberto, acrescentou. 
O governador provincial falou também de medidas para travar a venda na berma das principais vias. “É preciso que, ao nível de Luanda, comecemos a trabalhar rapidamente para o enquadramento económico dos cidadãos. Aqueles que querem exercer a actividade comercial, devem fazê-lo observando a lei e não com base nessa desordem”, referiu. Graciano Domingos disse que o processo de desconcentração em curso vai permitir aos municípios trabalharem para enquadrar essas famílias nos mercados e evitar que elas vendam fora dos locais indicados. “Quem o fizer, vai sofrer multas ou sanções. A população deve evitar que a desordem se instale no meio em que vivemos, porque não beneficia ninguém. A desordem propicia insegurança para todos”, frisou. 
Outro aspecto mencionado pelo governador provincial de Luanda tem a ver com o problema do urbanismo comercial, pois as áreas que antigamente eram residenciais, tornaram-se de comércio. “Temos áreas residenciais, onde temos colégios ou institutos médios. Tudo isso acaba por afunilar o trânsito da cidade Luanda”, disse. Graciano Domingos defendeu a desconcentração dos serviços, para acabar com os “movimentos pendulares”, da periferia para o centro no período da manhã e em sentido contrário à tarde. O governador provincial referiu que com a melhoria da situação financeira vai haver intervenção nas vias terciárias e secundárias, o que assegura maior mobilidade. “Não vão ser intervenções de fundo, mas podem assegurar alguma transitabilidade, enquanto não acontecem as grandes obras.”

Mortes nas estradas

O comandante-geral da Polícia Nacional, Ambrósio de Lemos, também prestou declarações à imprensa e falou do número elevado de mortes nas estradas, que acontecem apesar das campanhas e do aumento dos trabalhos ao longo das principais vias. Ambrósio de Lemos informou que mais de mil pessoas perderam a vida nas estradas do país no primeiro semestre deste ano e apelou ao redobrar das campanhas de sensibilização dirigidas a automobilistas e peões. O comandante-geral falou também da necessidade de melhorar a iluminação pública no interior das cidades e nas estradas nacionais, além de colocação de sinais reflectores. 
O Conselho Nacional de Viação e Ordenamento do Trânsito avaliou o cumprimento das decisões da última reunião do órgão, além de avaliar a circulação automóvel, prevenção rodoviária e a situação dos camiões vindos da Namíbia. Sobre esta questão, o ministro dos Transportes, Augusto Tomás, informou ao Conselho que está uma equipa a trabalhar no assunto.

Cartas de condução

Ambrósio de Lemos disse que foram dados passos importantes para reduzir o tempo de entrega das cartas de condução e livretes. “O que se passava eram questões administrativas, porque tecnicamente, os Serviços de Viação e Trânsito estão preparados para o cumprimento das suas tarefas”, disse. Quanto aos livretes, o comissário-geral referiu que está a ser analisada a possibilidade do documento se fundir ao registo de propriedade, tornando-se num documento único.

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